Biografia
Biografia
1987
Iniciou com o violão aos doze anos.
1990
Ganhou sua primeira guitarra.
1994
Começou a atuar no mercado com a “INDIANA BLUES”, onde tocou ao lado de CELSO BLUES BOY, BLUES ETÍLICOS. Ainda na INDIANA Luciano Bilu gravou “FOR LUANDA”, sua 1ª música que está no CD “PROJETO 12:30”, uma coletânea realizada pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA lançada em 1998.
1999
Ingressou no “QUARTETO BANHO DE LUA”, uma das bandas de Rock n Roll clássico que mais atuam no mercado Catarinense, onde ficou por dois anos e tocou em todo cenários de bares do estado.
2002
Faz sua primeira DEMO, um CD com cinco músicas gravado em casa num TASCAM(Gravador de Fita) de 4 canais. O processo de composição começava a aflorar.
2004
Entrou para a Banda TIJUQUERA, onde participou da gravação de dois CDs , “OS DEUSES NÂO SÂO OS HOMENS” (2004) gravado no RIO DE JANEIRO por CARLOS TRILHA e “QUEM QUISER È ISSO AÍ” (2006), contribuindo com a sonoridade rock crua sofisticada de sua guitarra.
2005
Atuou na banda de apoio do FEMIC (Festival de musica e integração Catarinense) acompanhando diversos cantores de variados estilos no estado inteiro. Este Festival tem o apoio da Secretaria da Cultura do Estado.
2006
Em outubro foi lançado seu primeiro cd solo, 13 faixas, 7 cantadas e 6 instrumentais. O CD contém diversas parcerias com músicos de Bandas Catarinenses, como: Dazaranha, Tijuquera, Iriê, John Bala Jones, Dr. Cipó. Um total de 34 músicos catarinenses.
2007
Realizou a turnê Estadual do CD, que passou por cinco cidades do estado: Itajaí, Joinville, Criciúma, Blumenau e Florianópolis, onde lotou o Teatro Ademir Rosa (CIC).
A música “O Vendedor de Enciclopédias” foi música tema do documentário Internacional PASS THE GIFT – CANADÁ, do cineasta Rafael Dias. Também faz parte da trilha sonora ”O Último dos Carijós”. O documentário foi veiculado pela OMNI Television, em dezembro.
2008
Atuou na banda de apoio da 2ª edição do FEMIC.
Em novembro, desenvolveu trabalhos na área social. Algumas escolas públicas de Florianópolis receberam o workshow de Luciano Bilu e banda. O músico é autor do projeto social “Música na Escola” apoiado pelo Governo do Estado (Funcultural).
2009
Começou a pré-produção do seu 2º CD. Um novo desafio pro artista que além de compositor e guitarrista passaria atuar também como letrista e cantor. “Foi um longo processo de amadurecimento e de aprendizagem que despendeu de aulas de canto e várias horas trancafiado compondo e escrevendo. Uma nova fase na minha carreira.” diz Luciano Bilu.
2010
Atuou novamente no 3º FEMIC.
Em agosto, lança o CD “ZEUS és TU”, seu segundo CD , com sete faixas, 3 instrumentais e 4 cantadas. Um disco totalmente enraizado no Rock’ n Roll , com guitarras marcantes, letras inteligentes e uma sonoridade crua, exprimindo assim a vivacidade predominante neste estilo.
Luciano Bilu é isso aí, um artista aberto a novos desafios, sempre com sorriso largo e astral inabalável, dono de uma sonoridade única com pegada e felling dignos dos grandes guitarristas, emocionando os ouvintes e espectadores por onde passa.
Comentários de:
Gastão Moreira
Apresentador MTV e TV Cultura e do Gasômetro.
” O Bilu é daquela estirpe de guitarrista que se deixa guiar pelo feeling e cada nota se manifesta na expressão do seu rosto, qualidade rara que encontramos em Hendrix, Beck e Vaughan. No palco Bilu parece estar sempre em êxtase, numa esfera reservada para talentos incomuns. “
Ligia Gastaldi
Jornalista/RBS TV
“O Cd e o show solos de Bilu a meu ver traduzem bem o artista: talento unido a profissionalismo. Os cuidados com encarte e gravação do CD; a produção do show. Poucas vezes vi uma produção local tão bem cuidada no palco.
Luciano é o como imagino que um artista deva ser: viajar na criação; valorizar seu próprio trabalho e ter pés firmes no chão do profissionalismo.
Parabéns ao Luciano Bilu!”
Marcos Espíndola
Colunista Contra Capa DC
“Difícil distinguir o artista Luciano Bilu do cidadão. Ambos equivalem-se nos mais qualitativos predicados. Talvez essa seja a razão pela qual sua música soe tão bem, aprazível, verdadeira. Se já não bastasse o acuro com o qual tão bem trata suas guitarras, há o complemento do caráter, que transcende os palcos. Desde o momento em que ouvi pela primeira vez o seu surpreendente disco ganhei um novo ídolo e, melhor, um guitarrista primoroso, um compositor que, não tardará, o Brasil também se surpreenderá”


